Mitos e Verdades sobre o Chocolate e a Pele 🍫

Mitos e Verdades: Chocolate e a Pele 🍫

“Com a chegada da Páscoa muitas dúvidas surgem em relação ao chocolate. Faz mal? Faz bem? Dá espinhas?”

Com a chegada da Páscoa, a preocupação em relação ao chocolate e cuidados com a pele aumenta, mas será que o doce realmente dá espinha? Quais os mitos e verdades sobre esse alimento tão desejado no mundo todo? Para esclarecer as dúvidas, a dermatologista Dra. Cintia Guedes Mendonça esclarece algumas perguntas.

Mitos e Verdades sobre o Chocolate e a Pele 🍫

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Chocolate dá espinha?
Sim. O chocolate pode piorar o quadro de acne em pacientes predispostos. Ele, assim como outros carboidratos, tem alto índice glicêmico, aumentando a produção de insulina e, consequentemente, a produção sebácea.

Qual seria o chocolate mais aliado: amargo, ao leite ou branco?
O chocolate amargo e o meio amargo possuem maior quantidade de cacau e menor quantidade de manteiga de cacau e açúcar, tendo menor índice glicêmico.

Existe algum benefício em comer chocolate?
O chocolate é um ótimo antioxidante, ajudando na prevenção do envelhecimento e até de doenças cardíacas, desde que consumido em pequenas quantidades (30g/dia).

Chocolate dá a sensação de bem estar?
Sim. Após a ingestão do chocolate liberamos um hormônio chamado serotonina, que é responsável pela sensação de bem estar.

O consumo excessivo do chocolate pode causar algum malefício?
Sim. Pode contribuir para o aparecimento de diabetes, piorar o colesterol e triglicérides, além de favorecer o ganho de peso. Já seu consumo em excesso em um único dia pode causar náuseas, diarreia, dores de cabeça e irritabilidade.

Além das famosas barras, o chocolate também pode ser benéfico para o nosso corpo e muitas vezes é utilizado, por exemplo, em banhos de ofurô e tratamentos para cabelo e rosto, normalmente aplicados em Spas e salões de beleza.

Mitos e Verdades sobre o Chocolate e a Pele 🍫

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Dra. Cintia Guedes Mendonça é graduada pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro e especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.
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